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Planejamento Tributário em Goiânia

Planejamento tributário para empresas que precisam tomar decisões com números, simular cenários e se preparar para um sistema tributário em transformação

 

Simples Nacional • Lucro Presumido • Lucro Real • IBS • CBS • Créditos • Estrutura Societária • Reforma Tributária

 

Planejamento tributário não é simplesmente procurar uma forma de pagar menos impostos.

É compreender como a empresa funciona, onde estão seus riscos, quanto os tributos representam na operação e quais decisões podem melhorar sua eficiência dentro da legalidade.

Na Se7e Consultoria Empresarial, analisamos atividade, faturamento, margem, folha, clientes, fornecedores, operações e estrutura societária para construir cenários tributários coerentes com a realidade do negócio.

E, em um período de Reforma Tributária, essa análise deixou de ser apenas anual.

Planejar não é adivinhar o futuro. É tomar decisões melhores com as informações disponíveis hoje e estar preparado para revisá-las amanhã.


 

Planejamento Tributário Não Começa Pela Alíquota

Uma alíquota menor isoladamente não significa necessariamente uma estrutura tributária melhor.

Antes de comparar regimes, precisamos compreender fatores como:

➡️ Faturamento

➡️ Margem

➡️ Folha e pró-labore

➡️ Compras e despesas

➡️ Créditos tributários

➡️ Perfil dos clientes

➡️ Operações B2B e B2C

➡️ Estados e municípios envolvidos

➡️ Estrutura societária

➡️ Perspectiva de crescimento

O planejamento começa pela operação.

Depois, os tributos entram na análise.

O melhor regime tributário não existe de forma abstrata. Existe o regime mais coerente com determinada operação, em determinado momento.


 

Os 7 Pilares do Planejamento Tributário da Se7e

01 | Diagnóstico

Compreensão da operação, estrutura, faturamento, custos e tributação atual.

02 | Simulação de Regimes

Comparação entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real quando aplicável.

03 | Reforma Tributária

Avaliação dos impactos de IBS, CBS, créditos, documentos fiscais e transição.

04 | Operação

Análise de clientes, fornecedores, produtos, serviços, estados e fluxo das operações.

05 | Estrutura Societária

Avaliação de atividades, empresas, sócios e reorganizações quando houver propósito econômico.

06 | Eficiência Tributária

Identificação de oportunidades legalmente aplicáveis, sem estruturas artificiais ou promessas de economia.

07 | Acompanhamento

Revisão do planejamento conforme faturamento, legislação e modelo de negócio evoluem.


 

Simples Nacional × Lucro Presumido × Lucro Real

Comparar alíquotas não é suficiente.

Uma análise tributária adequada precisa comparar os efeitos de cada regime sobre a operação inteira.

Simples Nacional

Pode ser eficiente para muitas empresas, mas é necessário analisar:

Anexos • Fator R • Folha • ICMS • ISS • DIFAL • ST • Perfil dos clientes • IBS • CBS • Regime regular dos novos tributos

A Reforma Tributária adiciona uma nova camada à análise, especialmente para empresas B2B, em que geração e aproveitamento de créditos podem influenciar competitividade e formação de preços. As regras do Simples já foram atualizadas para incorporar IBS e CBS e disciplinar opções aplicáveis a partir de 2027.

Lucro Presumido

A análise envolve:

IRPJ • CSLL • PIS • Cofins • ICMS • ISS • Retenções • Folha • Margem • IBS • CBS • Créditos tributários

Durante a transição, será necessário acompanhar a convivência entre o sistema atual e o novo modelo, avaliando principalmente créditos, formação de preços, contratos, fornecedores e impacto sobre a margem.

Lucro Real

Exige uma análise ainda mais integrada entre:

IRPJ • CSLL • PIS • Cofins • ICMS • ISS • IBS • CBS • Créditos • Custos • Despesas • Estoques • Margem

Nesse regime, a qualidade dos controles ganha ainda mais relevância com o novo modelo de tributação do consumo, especialmente para empresas com volume relevante de compras, insumos e créditos.

A Reforma Tributária não elimina a importância do regime tributário. Ela acrescenta novas variáveis à decisão.

 

Reforma Tributária: Planejar em Meio à Transição

A Reforma Tributária do consumo está mudando profundamente a lógica tributária brasileira.

CBS e IBS, sistema de créditos, tributação no destino, novos documentos fiscais e mudanças no Simples Nacional passam a influenciar decisões comerciais, financeiras e operacionais.

Mas há um ponto que consideramos fundamental:

A Reforma Tributária ainda está sendo implementada.

Em 2026, a própria Receita Federal classifica o período como ano de teste de IBS e CBS. Ao longo do ano, Receita Federal e Comitê Gestor do IBS continuaram publicando cronogramas, leiautes e regras operacionais, inclusive admitindo ajustes decorrentes de necessidades técnicas e operacionais. A transição para o novo sistema prossegue gradualmente até 2033.

Por isso, preferimos tratar esse tema com precisão.


 

Existe Especialista em Reforma Tributária?

Existe especialização. Não existe domínio definitivo de um sistema que ainda está sendo construído.

Há profissionais dedicados ao estudo profundo da legislação, regulamentação e implementação da Reforma Tributária.

Nós fazemos esse trabalho continuamente.

O que consideramos tecnicamente incoerente é apresentar a Reforma como um assunto encerrado, no qual alguém já possui todas as respostas.

Em setembro de 2026, os próprios órgãos responsáveis continuam:

➡️ Publicando novas orientações

➡️ Desenvolvendo e atualizando sistemas

➡️ Divulgando leiautes

➡️ Ajustando cronogramas

➡️ Regulamentando procedimentos

➡️ Testando soluções tecnológicas

A Receita Federal mantém inclusive ambientes piloto destinados a testar, validar e aprimorar os sistemas necessários à implementação da CBS.

Por isso, nossa postura é diferente de vender certezas prematuras.

Autoridade em Reforma Tributária não é dizer que já sabemos tudo. É saber o que já está definido, reconhecer o que ainda está em construção e acompanhar rapidamente cada mudança relevante.

É assim que tratamos o tema na Se7e.

  • Estudamos.

  • Simulamos.

  • Acompanhamos.

  • Implementamos o que já está definido.

  • E revisamos quando a regra muda.

Isso é mais responsável do que transformar um sistema em implantação em argumento comercial de falsa certeza.


 

O Que a Reforma Tributária Já Exige das Empresas?

Mesmo sem todas as etapas concluídas, já existem decisões que não podem ser adiadas.

A Reforma pode afetar:

➡️ Formação de preços

➡️ Créditos sobre compras e despesas

➡️ Relações com fornecedores

➡️ Competitividade em operações B2B

➡️ Escolha e permanência no Simples Nacional

➡️ Documentos fiscais

➡️ Contratos

➡️ Margens

➡️ Fluxo financeiro

As regras do próprio Simples Nacional já foram atualizadas em 2026 para incorporar IBS e CBS e disciplinar escolhas relevantes para 2027.

Portanto:

Não é necessário conhecer hoje todas as respostas de 2033 para começar a tomar melhores decisões em 2026.


 

B2B, B2C e Créditos: A Reforma Muda a Análise

Uma das mudanças mais importantes é a maior relevância econômica dos créditos de IBS e CBS.

Isso torna o perfil do cliente uma variável ainda mais importante.

  • B2C

Quando a empresa vende principalmente para consumidor final, o crédito para o adquirente tende a ter menor relevância comercial.

  • B2B

Quando os clientes são empresas que aproveitam créditos, a forma de tributação pode interferir também na competitividade da operação.

  • Operações mistas

Empresas que atendem simultaneamente consumidores e outras empresas podem precisar de análises mais específicas.

Esse tipo de decisão exige simulações.

A tributação deixa de ser apenas uma questão interna. Ela pode influenciar também a relação comercial entre fornecedor e cliente.


 

Planejamento Tributário Para Empresas do Simples Nacional

Estar no Simples não significa ficar fora do planejamento tributário.

É necessário analisar:

  1. Anexo tributário

  2. Fator R

  3. Folha

  4. Segregação de receitas

  5. ICMS e ISS

  6. ST e DIFAL

  7. Perfil dos clientes

  8. IBS e CBS

  9. Possibilidade de recolhimento pelo regime regular, quando aplicável

Em agosto de 2026, o Comitê Gestor atualizou a regulamentação do Simples especificamente para sua adaptação à Reforma Tributária, inclusive estabelecendo novos procedimentos relacionados ao IBS e à CBS.

Simples Nacional continua existindo. Mas isso não significa que todas as decisões continuarão simples.


 

Planejamento Tributário Também É Planejamento Operacional

Nem toda oportunidade tributária exige mudar de regime.

Às vezes, a origem do problema está na própria operação.

A análise pode envolver:

➡️ Forma de contratação

➡️ Estrutura de folha

➡️ CNAEs e atividades

➡️ Compras e fornecedores

➡️ Operações interestaduais

➡️ Estoques

➡️ Centros de distribuição

➡️ Contratos

➡️ Estrutura societária

➡️ Forma de remuneração dos sócios

A tributação acompanha aquilo que a empresa faz.

Por isso, planejamento tributário não pode estar desconectado do negócio.


 

Revisão e Recuperação de Tributos

Em determinadas situações, uma análise pode identificar tributos recolhidos de maneira indevida ou oportunidades de recuperação previstas na legislação.

Quando isso ocorre, é necessário avaliar:

- Base legal

- Documentação

- Período envolvido

- Prazo aplicável

- Forma de recuperação

- Risco da tese

- Reflexos contábeis

Não tratamos recuperação tributária como promessa comercial automática.

Primeiro identificamos se existe fundamento. Depois avaliamos se existe oportunidade.


 

Holding e Reorganização Societária

Estruturas societárias também podem fazer parte de um planejamento mais amplo.

Uma holding patrimonial ou de participações pode contribuir para objetivos como:

➡️ Organização patrimonial

➡️ Sucessão

➡️ Governança

➡️ Participações societárias

➡️ Segregação de atividades

Mas holding não é sinônimo de economia tributária.

A constituição precisa possuir propósito econômico, jurídico e empresarial.

Uma holding bem estruturada pode resolver problemas. Uma holding criada apenas porque “paga menos imposto” pode criar novos problemas.


 

Planejamento Tributário É Contínuo

O planejamento feito no início do ano pode deixar de ser adequado meses depois.

A empresa muda.

O faturamento muda.

A folha muda.

Os clientes mudam.

A legislação muda.

E, atualmente, a própria estrutura do sistema tributário está mudando.

Por isso, planejamento tributário precisa ser revisto diante de eventos relevantes.

  • Crescimento do faturamento

  • Mudança de atividade

  • Novos mercados

  • Contratações

  • Reorganizações societárias

  • Alterações legislativas

  • Novas etapas da Reforma Tributária

Planejamento tributário é processo, não evento.


 

Nossa Forma de Trabalhar

01 | Entendemos a Operação

Antes de simular impostos, entendemos o negócio.

- Atividades

- Faturamento

- Clientes

- Fornecedores

- Folha

- Margem

- Estrutura

- Objetivos

02 | Analisamos os Dados

A qualidade do planejamento depende da qualidade das informações utilizadas.

Podemos analisar, conforme o escopo:

- Documentos fiscais

- Apurações tributárias

- Folha

- Demonstrações contábeis

- Compras

- Faturamento

- Despesas

- Estrutura societária

03 | Construímos Cenários

Comparamos alternativas e seus efeitos.

Não apresentamos apenas uma alíquota.

Buscamos demonstrar:

- Carga tributária

- Impacto financeiro

- Riscos

- Premissas utilizadas

- Efeitos operacionais

- Consequências futuras

04 | Apresentamos Recomendações

A decisão precisa ser compreensível para quem administra a empresa.

Por isso, buscamos apresentar as conclusões de forma clara, indicando:

- O que pode mudar

- Por que mudar

- Qual o impacto estimado

- Quais os riscos

- Quais premissas precisam ser acompanhadas

05 | Acompanhamos a Evolução

Quando o planejamento faz parte da assessoria continuada, as premissas podem ser revistas conforme a empresa e a legislação evoluem.

Esse acompanhamento se torna especialmente relevante durante a implementação da Reforma Tributária.


 

 

Para Quem É o Planejamento Tributário da Se7e?

➡️ Empresas que cresceram e precisam revisar o regime

➡️ Negócios do Simples Nacional avaliando IBS e CBS

➡️ Empresas no Lucro Presumido ou Lucro Real

➡️ Operações B2B e B2C

➡️ Empresas com operações interestaduais

➡️ E-commerces e distribuidores

➡️ Transportadoras

➡️ Clínicas e profissionais da saúde

➡️ Construtoras e incorporadoras

➡️ Startups e empresas de tecnologia

➡️ Empresas em processo de reorganização societária

Cada segmento possui particularidades próprias.

Por isso, o planejamento é construído a partir da operação, e não de uma fórmula pronta.


 

Por Que Escolher a Se7e Para o Planejamento Tributário?

⭐ Contabilidade Consultiva

Tributação é analisada dentro do contexto da empresa e das decisões do negócio.

⭐ Simulações

Buscamos comparar cenários antes de recomendar mudanças.

⭐ Personalização

A análise considera atividade, faturamento, folha, margem, clientes e estrutura.

⭐ Reforma Tributária Sem Promessas Vazias

Acompanhamos a legislação e a implementação continuamente, distinguindo o que já está definido daquilo que ainda está em evolução.

⭐ Visão Multidisciplinar

Contábil, Fiscal, Societário e Departamento Pessoal precisam conversar entre si.

⭐ Acompanhamento

Planejamento não termina com a entrega de um estudo.


 

Perguntas Frequentes Sobre Planejamento Tributário

1. Planejamento tributário significa pagar menos impostos?

Pode resultar em economia tributária quando houver alternativas legais mais eficientes.

Mas o objetivo principal é estruturar a tributação de forma correta, sustentável e compatível com a operação, considerando também riscos e impactos futuros.

2. Qual é o melhor regime tributário?

Não existe um regime universalmente melhor.

Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real precisam ser comparados considerando atividade, faturamento, margem, folha, créditos, clientes e demais características da empresa.

3. Preciso esperar o início do ano para fazer planejamento tributário?

Não.

Algumas decisões possuem períodos específicos para opção, mas o diagnóstico e as simulações podem ser realizados ao longo do ano para preparar mudanças futuras ou orientar decisões atuais.

4. A Reforma Tributária já está completamente definida?

Não.

A legislação estrutural já avançou significativamente, mas a implementação operacional continua em evolução. Em 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor continuam publicando regras, cronogramas, leiautes e orientações, e a transição do sistema se estende até 2033.

5. Então é possível fazer planejamento sobre a Reforma Tributária agora?

Sim.

É possível trabalhar com as regras já aprovadas, simular cenários, revisar contratos, avaliar créditos, analisar cadeias B2B e B2C e preparar sistemas e documentos.

O que não recomendamos é tratar como definitiva uma premissa que ainda dependa de regulamentação ou implementação futura.

6. A Se7e faz recuperação de tributos?

Analisamos oportunidades quando existem fundamento técnico e documentação suficientes. A recuperação depende da natureza do crédito, período e legislação aplicável.

7. Planejamento tributário é um serviço pontual ou contínuo?

Pode ser estruturado das duas formas.

Em empresas com maior complexidade ou durante períodos de mudanças relevantes, o acompanhamento contínuo tende a permitir revisões mais rápidas das premissas utilizadas.


 

Planejamento Tributário Para Um Sistema Que Está Mudando

A Reforma Tributária não exige que sua empresa tenha todas as respostas hoje.

Exige que ela saiba quais perguntas precisam ser feitas agora.

Na Se7e, não vendemos certeza onde ainda existe transição.

Trabalhamos com legislação, dados, simulações, acompanhamento e revisão contínua.

Planejamento • Simulação • IBS • CBS • Regimes Tributários • Créditos • Estratégia

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