A partir de 1º de dezembro de 2025, a emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) em Goiânia deixará de ser realizada gratuitamente pela Prefeitura de Goiânia. Até então, prestadores de serviços municipais faziam uso do emissor oficial sem custo. Com a transição para uma nova plataforma, será necessário arcar com mensalidade ou contratar sistema privado — além de adotar o certificado digital, caso faça a opção por sistemas de terceiros.
Este artigo informa os principais pontos da mudança, os custos envolvidos e o que empresários de serviços em Goiânia devem considerar para tomar a decisão mais econômica e segura.
Para quem já utilizava o emissor gratuito, a introdução de mensalidade representa um custo novo. Considerando o faixa mínima de R$ 39,90/mês, há um acréscimo anual mínimo de aproximadamente R$ 478,80 por usuário.
Para emissão de NFS-e via sistema, será necessário utilizar certificado digital para CNPJ, com validade anual e custo variável conforme a certificadora. Este custo somará à mensalidade do sistema.
Empresas terão duas principais opções:
1 - Aderir ao sistema contratado pela Prefeitura (via empresa privada) e pagar a mensalidade - Aqui;
2 - Contratar emissor próprio/terceirizado que atenda ao padrão técnico exigido.
A escolha exige análise cuidadosa de: mensalidades, funcionalidades, suporte técnico, integração e custo total anual.
Exemplo de cálculo simplificado:
- Sistema terceirizado - busca, contratação, implantação e mensalidadede;
- Emissão de certificado digital - o custo anual médio é de R$ 200 (varia);
Esse valor deve ser considerado no orçamento da empresa de serviços que emite notas com frequência elevada.
Essa transição pode ser vista não apenas como custo, mas como oportunidade para:
A decisão da Prefeitura de Goiânia de cobrar pela emissão da NFS-e representa um impacto direto no custo operacional de empresas prestadoras de serviços. No entanto, com planejamento e escolha informada, é possível minimizar o impacto financeiro e até transformar o novo cenário em uma vantagem de organização e eficiência tributária.
As empresas que agirem agora — solicitando orçamentos, comparando sistemas e incorporando o custo ao planejamento anual — estarão mais preparadas para operar com tranquilidade a partir de dezembro 2025.
Sim. A partir de dezembro de 2025, o emissor gratuito será descontinuado, e os prestadores de serviços precisarão utilizar um sistema pago — seja o disponibilizado pela empresa contratada pela Prefeitura ou um software particular compatível com o novo padrão ABRASF.
Os valores informados variam, começando em R$ 39,90/mês, podendo chegar a mais de R$ 100 mensais dependendo do plano e funcionalidades oferecidas. Não há mais opção de emissão gratuita.
Depende. Se a emissão for feita pelo sistema oficial da prefeitura não é necessário adquirir um certificado digital. Para qualquer outro sistema terceirizado — exigirá certificado digital para o CNPJ, com validade anual. O custo do certificado deve ser incluído no planejamento financeiro da empresa.
Sim. O contribuinte pode escolher qualquer software emissor compatível com o padrão técnico exigido. No entanto, deve avaliar cuidadosamente custo total anual, suporte, recursos extras, limites de emissão e integração com a contabilidade.
O impacto pode variar, mas no mínimo já se estima:
A partir da nova cobrança municipal, contar com uma contabilidade organizada é essencial para evitar custos desnecessários, erros e bloqueios na emissão. A Se7e Consultoria Empresarial orienta você desde a configuração do sistema até a gestão fiscal completa — tudo com segurança, rapidez e atendimento humanizado.
Autor: Samuel Gonçalves - Se7e Consultoria Empresarial
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